[Sobre mim] Nome: Aprendiz de sonhador Idade: Quem souber morre!!! Gosto de:Amo a vida, e todos os seus mistérios
adoro musica,
gosto de festa
e de amigos,
amo uma pizza com refri
assitindo dvd,
adoro bater
papo pelo telefone
e privcipalmente adoooro meus amigos!!!! Não gosto de:Preconceito,
de beterraba,
de violência,
cerveja quente
Campary,
e gente chata que se acha!!!!
Ilusão
Sandy e Junior
Composição: Álvaro Socci / Claudio Mata
Ilusão imaginar você pra mim
Você jamais me olhou
Sequer pensou que meu olhar fosse de amor
Meu coração dispara sempre que te vê
Eu mal posso entender
Como é bom te querer
Como é que eu posso ter
Coragem pra falar dessa paixão
Pois sei que vou morrer
Se você disser não
Então fico a sonhar com teu olhar
E você dizendo sim
E o primeiro beijo de amor sem fim
Te amo tanto e não sei mais
Como é que eu vou viver em paz
Se tudo que eu preciso
É respirar teu ar
Te amo tanto e sem querer
Mas sei que posso te perder
Pra alguém sem tanto amor
Mas sem temer falar
Ilusão
Migalhas
Simone
Composição: Erasmo Carlos
Sinto muito mas não vou medir palavras
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Texto extraído do livro "O amor acaba", Editora Civilização Brasileira – Rio de Janeiro, 1999, pág. 21, organização e apresentação de Flávio Pinheiro
Razões e Emoções
NX Zero
Dizer, o que eu posso dizer
Se estou cantando agora pra você ouvir com outra pessoa
É que às vezes acho que não sou o melhor pra você
Mas às vezes acho que poderíamos ser
O melhor pra nós dois
Só quero que saiba
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena
Se não agora depois, não importa
Por você posso esperar
Sentir, o que posso sentir
Se em um segundo tudo acabar não vou ter como fugir
É que às vezes acho que não sou o melhor pra você
Mas às vezes acho que poderíamos ser
O melhor pra nós dois
Só quero que saiba
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena
Se não agora depois não importa
Por você posso esperar, posso esperar...
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena
Se não agora depois não importa
Por você posso esperar
Entre razões e emoções a saída
É fazer valer a pena
Se não agora depois não importa
Por você posso esperar, posso esperar
Posso esperar, posso esperar...
Os Paralamas do Sucesso - Meu Erro
Eu quis dizer
Você não quis escutar
Agora não peça
Não me faça promessas
Eu não quero te ver
Nem quero acreditar
Que vai ser diferente
Que tudo mudou
Você diz não saber
O que houve de errado
E o meu erro foi crer que estar ao seu lado bastaria
Ah meu Deus era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não me abandone
Mesmo querendo eu não vou me enganar
Eu conheço os seus passos
Eu vejo os seus erros
Não há nada de novo
Ainda somos iguais
Então não me chame
Não olhe pra trás
Você diz não saber
O que houve de errado
E o meu erro foi crer que estar ao seu lado bastaria
Ah meu Deus era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não me abandone jamais
Olhos nos seus olhos e vejo o mêdo
mÊdo misturado com desejo
será q o seu mêdo é de mim ou de vc?
Pq Será q vc n assume q quer.. que me quer!!!!!
Eu sei de todas as barreiras e dificuldades
mas n vou te esperar p sempre!!
Lestat.Ba 14/10/2006
Quarta-Feira:
Magia acima de tudo
Drogas, barbitúricos
I Ching
Seitas macabras
O irracional como aceitação do universo
Quinta-Feira:
Olhar o mundo
Com a coragem do cego
Ler da tua boca as palavras
Com a atenção do surdo
Falar com os olhos e as mãos
Como fazem os mudos
Sexta-Feira:
Assunto de família:
Melhor fazer as malas
E procurar uma nova
(só as mães são felizes)
Sábado:
Não adianta desperdiçar sofrimento
Por quem não merece
É como escrever poemas no papel higiênico
E limpar o cú
com os sentimentos mais nobres
Domingo:
Não pisar m falso
Nem nos formigeiros de domingo
Amar ensina a não ser só
Só fogos de São João no céu sem lua
Mas reparar e não pisar em falso
Nem nas moitas do metrô nos muros
E esquinas sacanas comendo a rua
Porque amar ensina a ser só
Lamente longe, por favor
Chore sem fazer barulho.
A minha avó esta muito doente, ela é verdadeiramente uma mãe para mim, mas a diabetes e a idade estõa acabando com ela, tem uma muisca q me deixa muito mal, eu só consigo associa à perda futura q vou ter...
Poema
Ney Matogrosso
Composição: Cazuza / Frejat
Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro
Alguém com seu carinho e lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim, que não tem fim
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás
Foto Polaroid
Composição: Isabella Taviani
Sabe o que me cansa?
São essas tuas palavras
Que eu tenho que arrancar do meio da tua garganta, criança
Que eu tenho que trazer de dentro do teu peito, perfeito!
Mas eu aqui largada
Num canto desse apartamento
Choro mais ou choro menos
Tanto faz, você, você não vem mesmo
Mas eu aqui... Ah
Eu aqui morrendo
Desaparecendo como uma foto de Polaroid
Morro mais ou morro menos
Tanto fez, você não veio mesmo...
Sabe o que me mata?
São os teus olhos de vidraça
Fosca, embaçada à jato de areia
De onde não mina uma lágrima
Teu olho turmalina pedra muito negra
Como essa tal amor por mim
Sabe, eu odeio adorar teu jeito simples de viver
Ver você sorrindo assim loucamente
Quando estou aqui presente
Sentir as suas pernas trêmulas depois
Do prazer satisfeito
E é por isso que eu não aceito
Eu não aceito ver você, assim retrocedendo
Abrindo mão dos sonhos, fantasias
Por essa covarde covardia
Muito menos pagando o preço dos nossos pecados
Nem se fosse dez centavos
Mas eu aqui largada
Num canto desse apartamento
Choro mais ou choro menos
Tanto faz, você, você não vem mesmo
Mas eu aqui... Ah
Eu aqui morrendo
Desaparecendo como uma foto de Polaroid
Morro mais ou morro menos
Tanto fez, você não veio mesmo...
Eu encontrei esse texto num dacerno espiral d efolhas amareladas pelo tempo .. pasmem, o caderno pertence a minha mãe.. ela é "Me deixe aqui no chão" também.. mais uma para o clube.
Lá se foram as coisas mais bonitas da vida
Lá se foram as coisas mais bonitas da vida, levadas pelo vento frio duma noite qualquer, nem um pouco impiedosamente, dos olhos fazendo o coração se encharcar de saudades e a alma ser penetrada, friamente, pela lâmina angustiante de um adeus.
Lá se foram as coisas mais bonitas da vida, só quem ama poderá avaliar. Se console meu pobre peito, a vida não gosta de ver ninguém bem (Vinicius diria: ¿o domingo não gosta de ver ninguém bem¿). O arrastão carrega consigo o que se pretendia, avidamente deter-se entre os braços, o coração não é forte para poder segurar o que se quer.
É doloroso mais é verdadeiro, lá se foi nas lufadas da noite o que se quer bem. É verdade amigo, difícil será encontrar em outra pessoa, você! É doloroso ter de falar assim. Perdoa, mas a alma não pode guardar em si a tristeza que lhe invade. Quem sabe cantar canta; quem sabe chorar chora; quem é musico toca; quem nada sabe fazer escreve.
Descansa meu pobre peito, é pesado o carregar. Veja só, você suportava tudo, frio, impassível, como um Deus supremo, nada lhe abatia. Descansa meu pobre peito, cansado de chorar, hoje chegou a tua vez. Palavras entrecortadas, não pronunciadas, mas significando tudo, você agora sabe a dor de sofrer.
É duro ter-se de dizer adeus, é duro sentir-se afastado de quem se gosta. A voz é embargada, nada se ouve, mas as lágrimas caem pelo rosto porque está se dizendo: ¿ - Adeus amigo, foi muito bom... nada mais.
É difícil se dizer, falar de adeus, dar o ultimo beijo sem mais nada representar. É uma flor murcha que não mais embeleza a sala, onde irradiava alegria, tem gosto amargo de despedida. Foi-se tudo. Lá se foram as coisas mais bonitas da vida.
O Inverno não traz consigo o quente do sol, tudo é frio, tudo é gelado, tudo é tristeza. Seu vento frio vai entrando carne adentro sufocando, dominando matando. Onde está a alegria dos tempos de verão? Eles se foram, nada mais resta, senão a frieza de viver só.
Nem um raio de sol aparece. Está tudo coberto, tudo cinzento. Onde está o canto dos pássaros? Esquecidos nos campos alegres. Vai a vida levando sem piedade o que se guarda.Não existe nada mais doloroso do que se guardar bem lá no fundo a própria dor. Lá se foi tudo. Pouca coisa restou.
Veja, em torno de si nada resta, senão cinzas de um passado tão presente, poeira das coisas boas ou más que foram se acumulando. Aparece tímido, raquítico, um olhinho de planta, cuidado para não perecer. Não adianta, é angustiante dizer que ele também se foi.
Lembrar da vida que se viveu junto; até o momento insuportável sufocante e inacreditável de se dizer adeus. Parece que é preciso escrever, escrever. O que importa escrever? É tudo nada mais resta.O vento frio da noite levou as últimas esperanças. Impiedoso e cruel.
Descanse meu pobre peito, lá se foram as coisas mais bonitas da vida. Ninguém mais, agora são lágrimas choradas em separado. Nada mais resta do que dois corpos desencontrados. Vai tudo acabou. Lá se foram as coisas mais bonitas da vida.
Autor desconhecido
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração.
Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir.
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa.
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo.
Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão.
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados.
Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo.
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância.
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar.
Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.